quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Comédia ...

uashaUHushuHUhuhuHSUhuhsuHSAS ... Faço minha as palavras da Fátima Bernardes ...

bjus a todos ...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Matrículas


Ahhh... dias de chuva são meio tediosos, apesar de que todos os dias pra mim ultimamente estão sendo tediosos. Estou de férias até 02 de março, e não tenho nada o que fazer. A minha vida está sendo assistir Avatar, ficar no computador, ler Nárnia, computador, orkut (que já tá me enchendo o saco), Nárnia e mais computador ... hehe ... tá bom, eu ajudo a minha mãe aqui em casa também, mais porque sou obrigada ... hsauhsuahsu ...
Mas enfim, não vejo a hora q chegue o dia de fazer a minha matrícula na UFPR, bom é quarta-feira, pelo menos eu saio de casa... =D

Eu nunca pensei que eu ia dizer isso, mas ... EU NÃO VEJO A HORA DE COMEÇAREM AS AULAS ... daqui a pouco eu vou surtar e ter um Momento Amy, igual ao do Pânico na TV... aushuahsauhs ...

Bom mais quarta já tá chegando e eu já sei até como será o processo das matriculas... afinal, ansiosidade também mata... Então, no caso do meu curso (Geografia), serão feitas as matrículas no dia 28, das 14:oo as 14:30. As matrículas serão realizadas no saguão do Prédio Histórico, na Praça Santos Andrade, quando o estudante recebe um envelope com o seu número de registro acadêmico. Depois vai para uma sala aonde são tiradas as impressões digitais e em seguida, em outro espaço é feita a análise dos documentos exigidos.

Em outra sala são tiradas as fotografias para a confecção da carteirinha do estudante, que dará direito ao acesso ás bibliotecas e restaurantes universitários, os famosos RUs, falando nisso esses dias atrás meu pai, que é funcionário lá da Federal, conseguiu me colocar de penetra lá dentro, foi muito engraçado, daí almoçamos juntos... o que faz a pãodurice de uma pessoa... sahshaushauhsauhs .

E por último, os calouros são convocados a preencher um formulário com 35 questões, que irá definir o perfil social e econômico dos estudantes da UFPR. Em média serão atendidos mil estudantes por dia, até o dia 31.

Tá bom, muita coisa eu fiquei sabendo agora, só pra escrever aqui... hehe... mais valeu a pena ...

bjus

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Desapareci mais voltei ... =D

Esse video mostra , como usar um mapa , isso mesmo um mapa ... vc pode precisar de um algum dia ...

PS:Isso nenhum professor de cartografia ensina ... xD

Bom Video Galera

sábado, 17 de janeiro de 2009

Ano Novo, vida nova !!

Nossa, já faz um bom tempo que não passo por aqui ...
Então em primeiro lugar, FELIZ ANO NOVO para todos, meio atrasado eu admito, mais o que vale é a intenção ...
Em segundo lugar eu queria dizer que PASSEI NO VESTIBULAR DA UFPR, e estou muito feliz por isso... ^^
E por terceiro e ultimo... vou deixá-los com as palavras de um dos colunistas do jornal Gazeta do Povo ... pois afinal, daqui a 2 dias será o fim da Era Bush, e isso é outro motivo para se comemorar ... hehe ...
Adeus Bush !!

" Foi ruim enquanto durou. O governo George W. Bush mentiu, torturou, prendeu pessoas sem acusação, teve prisões secretas, arruinou a economia, deixou um rombo nas contas públicas, desrespeitou a ONU, fez duas guerras, bloqueou acordos contra o aquecimento global, desamparou as vítimas do Katrina, censurou cientistas. Sim, foi pior do que o governo que odiávamos tanto: o de Richard Nixon. Não, a História não lhe dará razão. Pode fazer o contrário: confirmar as piores suspeitas. Já começa a fazer isso. Bob Woodward, sempre ele, o lendário repórter do Watergate, publicou no “Washington Post” a confirmação de que em Guantánamo se torturava. Mohammed Al-Qahtani, um saudita, foi mantido isolado, impedido de dormir, exposto nu a frio extremo, sofreu afogamentos e outras perversidades próprias de governos extremistas. Quem confirmou isso ao jornalista não foi um “garganta profunda”, mas alguém de quem se sabe nome, rosto e cargo: a juíza Susan Crawford, funcionária do Pentágono, com autoridade de decidir quem deveria ir ou não a julgamento. Qahtani não irá a julgamento porque seu interrogatório foi criminoso. “Nós torturamos”, reconheceu.
George W. Bush foi para a vida americana o que o AI-5 foi no Brasil. Pessoas sumiam sem qualquer acusação formal, eram mantidas presas sem processo e formação de culpa, cientistas do governo, que alertaram sobre aquecimento global, foram perseguidos ou tiveram seus textos alterados, cidadãos tiveram conversas gravadas sem autorização judicial.
No princípio, foi a fraude eleitoral; no fim, o apocalipse econômico. O governo Bush foi todo equivocado, com um intervalo em que ele perdeu a chance aberta por uma tragédia: o 11 de Setembro. A primeira eleição foi perdida no voto popular e vencida no colégio eleitoral graças à manipulação na contagem dos votos no estado governado pelo irmão Jeb Bush, a Flórida. Foi o pior momento recente do sistema eleitoral americano, em que se viu o quanto o sistema e o método de votação haviam envelhecido.
A tragédia do 11 de Setembro abriu uma chance ao presidente. A população americana se uniu em torno da pessoa que representava a instituição máxima da Nação. O mundo se solidarizou com os Estados Unidos e sofreu pelos mais de três mil inocentes que morreram enquanto trabalhavam, ou andavam pelas ruas da cidade mais internacional do planeta. O terrorismo agindo em rede só podia ser enfrentado pelos governos unidos em rede. Bush fez naufragar essa chance, aberta pelo sofrimento e pelo luto, ao escolher o caminho do isolacionismo, do desrespeito às leis internacionais e do enfraquecimento das Nações Unidas.
Se, na luta contra os Taleban, o governo americano teve o apoio da maioria da opinião pública mundial, na guerra do Iraque ele violou princípios e alienou aliados. Agora, Bush admite que errou ao apostar na existência das armas de destruição em massa. É tarde. Na época, ele ignorou os relatórios da ONU e a oposição de amigos como a França e a Alemanha. Saddam Hussein era um ditador e ninguém o chora, a não ser seus adeptos ferrenhos. Mas a civilização ganharia se ele fosse deposto de outra forma. O julgamento viciado e o enforcamento grotesco não ajudam a fortalecer princípios e valores democráticos.
Bush não criou um mundo mais seguro com suas guerras sem fim. O mundo estará mais seguro dentro de dois dias, quando chegar ao fim a era Bush. O desafio da luta contra a irracionalidade do terrorismo vai continuar, e testará o novo presidente. Mas se houver uma cooperação entre os países aliados e os organismos internacionais e respeito às leis e valores, haverá mais esperança de vencer.
Na economia, seu governo não foi apenas inepto. Foi irresponsável.
Foram perseguidos e silenciados os que dentro da máquina pública alertaram para o risco da bolha imobiliária. Os sinais da excessiva ausência do Estado, no seu papel regulador e fiscalizador, ficaram cada vez mais contundentes. E a resposta foi mais ausência. Bush chegou a tentar nomear executivos da indústria de derivativos para órgãos reguladores do setor imobiliário. Surfou na bolha para se reeleger. O estouro lançou o mundo na era de incerteza. E até ontem, hora final, a crise bancária voltou a piorar.
Os republicanos tinham ao menos a fama de ser responsáveis fiscalmente. Hoje já não podem dizer isso. O governo George W. Bush recebeu os EUA com superávit orçamentário e entrega o país com um enorme déficit, que pode chegar a US$ 1,3 trilhão, e uma dívida crescente.
Bush sabotou deliberada e persistentemente todos os esforços do mundo para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa. Não por acaso, o estado campeão de emissões no país é exatamente o Texas. Foi incompetente no Katrina, antes e depois da tragédia, e não entendeu o alerta da natureza.
Qualquer minuto de atraso na luta para preservar o planeta é um crime contra as gerações futuras, que herdarão a Terra.
Difícil saber onde Bush não errou. A boa notícia desta manhã de sábado é que faltam dois dias para o fim dos longos e duros oito anos. Terça-feira há de ser outro dia."


Publicado em 17/01/2009 por Leonardo Zanelli


bjus a todos ...